Pensamentos Aleatórios

Respondendo um questionário de 1918

Eu AMO essas brincadeiras virtuais com tags e nunca tinha participado até semana passada, quando a Ingrid Buranelli, a.k.a. A Cozinheira Imperial, me convidou para uma delas. A Ingrid encontrou um questionário histórico de verdade, quase como aqueles cadernos de perguntas de antigamente, criado pelo Jornal das Moças para suas leitores de 1918! Sem mais delongas, vamos às respostas?

I. O que acentua meu caráter…
R: Procurar ser justa e correta

II. A virtude principal que possuo…
R: Empatia

III. O meu maior defeito…
R: Impaciência

IV. Como me desejaria chamar…
R: Gosto do meu nome, mas gostaria que ele fosse composto e tivesse um “Marie” em algum lugar.

V. A pior qualidade num homem…
R: Ser homem Arrogância

VI. O que nele mais admiro…
R: Bondado

VII. O que eu desejava ser…
R: Arqueóloga

VIII. Que desgostos me destruiriam a felicidade…
R: Perder minha visão, os movimentos das mãos ou não conseguir deixar uma marca positiva no mundo

IX. O que mais me entusiasma…
R: Descobrir coisas novas

X. O estado social que mais me agrada…
R: Casada, mas só porque é com o Sr. Modisto.

XI. A carreira que prefiro para a mulher…
R: A que ela quiser e lhe fizer bem!

XII. A que mais gosto para o homem…
R: A que ele quiser e lhe fizer bem!

XIII. A classe em que escolheria meu ideal…
R: Na dos bondosos

XIV. No gênero literário, em prosa, são meus afeiçoados…
R: Machado de Assis, Érico Veríssimo, Paulo Leminski, Victor Hugo, Mary Shelley, Jane Austen

XV. No gênero literário, em versos, agrada-me…
R: Cruz e Sousa, Cecilia Meireles, Mario Quintana, Fernando Pessoa, Edgar Allan Poe, Charles Baudelaire, William Blake

XVI. Na arte musical admiro…
R: Nos clássicos, Telemann, os Strauss, Wagner, Mozart, Bizet e óperas e operetas barrocas em geral; no metal eu gosto das bandas com uma pegada mais sinfônica, como Therion, Dimmu Borgir, Diablo Swing Orchestra, Epica e Haggard. Eu também gosto muito de música brasileira antiga e MPB, mas a resposta vai ficar muito grande!

XVII. A principal cor para mim…
R: Branco. Não é algo que eu use todos os dias, mas tem um significado espiritual profundo pra mim.

XVIII. O que devemos incutir no espírito da criança…
R: Aprender a se colocar no lugar do outro.

XIX. O animal que mais gosto…
R: Ultimamente, os gatos

XX. O que cava a ruína de um país…
R: A desonestidade de seu povo, inclusive intelectual.

XXI. O que arrasta o povo à miséria…
R: 500 anos de governos pensados para engordar as algibeiras de poucos e esvaziar as de muitos.

XXII. O que mais repugno…
R: A língua ferina

XXIII. As faltas que me existam piedade…
R: Os que estão abandonados à própria sorte.

XXIV. O meu divertimento predileto…
R: Pesquisar

XXV. Como desejaria morrer…
R: Serena

XXVI. O meu lema…
R: Nós vemos as coisas não como elas são, mas como nós somos (Anaïs Nin)

 

Para responder essa tag na sequência, convido a Gabriela/Blonde Vênus e a Flávia Guinho.

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Historiadora, costureira e apaixonada pela história das coisas miúdas e aparentemente insignificantes. Alguém que acredita que a vida é muito curta para usar roupas comuns e que a moda é, sim, um espelho da história.

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